segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano de aula






PLANO DE AULA (grupo 04)


                        Disciplina: Matemática___turma: 6° ano    


Conteúdos gerais
Leitura e construção de gráficos e tabelas.
Objetivos
H36- Identificar o gráfico adequado para representar um conjunto de dados e informações (gráficos) elementares-barras, linhas, pontos.

Justificar
 Incorporar na formação do cidadão em diversas informações de linguagem disponíveis, facilitando os contextos de interdisciplinaridade (Matemática com outras áreas do conhecimento) com temas transversais (meio ambiente, consumo, cultural) relacionando à própria realidade do aluno.

PERÍODO:
____________
Estratégias
Analisar alguns gráficos selecionados através de perguntas bem formuladas que favoreçam o desenvolvimento da competência leitora: propor situações nas quais o aluno precise de informações obtidas em um gráfico para resolver determinado problema.
Recursos
Quadro /giz, atividade impressas, gráficos (sala de informática), jornais, papel quadriculado, livros didáticos, caderno do aluno,
Avaliação
Prova objetiva, Trabalho em grupo, Atividade individual.

Recuperação
A proposta aos alunos envolve pesquisas sobre gráficos com informações a respeito de assunto que desperte o interesse deles (esportes, saúde, lazer, etc...) retomada de conteúdos de uma forma diferenciada, uma avaliação individual.
































domingo, 16 de junho de 2013

TEMA : GRÁFICO
OBJETIVO
Coletar dados e organizá-los em tabelas e gráficos;
Ler e compreender informações de tabelas e gráficos de barras.

ž Conteúdo
Sistema numérico;
Conjunto dos números naturais e decimais;
Leitura e interpretação de tabelas e gráficos;
Sistema de medidas;
Tratamento de informação, tabelas e gráficos.

ANO E MATERIAL

      6º ano
Folha de papel quadriculado;
Lápis, borracha e régua;
Cartazes e cópias com as tabelas e gráficos que serão trabalhados.
 TEMPO ESTIMADO
Conteúdo para ser trabalhado em 6 aulas.
 JUSTIFICATIVA
De acordo com a avaliação do Saresp os alunos encontram-se em defasagem com a leitura e interpretação de gráficos ;
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
Três aulas para revisão dos conteúdos citados;
      Uma aula para pesquisa de campo;
Uma aula para leitura e interpretação ;
Uma aula para montagem do gráfico.
AVALIAÇÃO
Participação em grupos;
Desenvolvimento individual de cada aluno .
RECUPERAÇÃO
Com realização de exercícios contendo gráficos.


Plano de aula horizontal

Novo Plano de Aula: Estudo horizontal do 9º Ano, volume 1

Caros leitores,

Os Professores Coordenadores do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino da Região de São Vicente realizaram uma análise horizontal do caderno do aluno, 9º Ano, vol 1 (SEE-SP) para a partir dele resgatar conceitos relacionados aos números racionais. Este grupo optou sempre iniciar os trabalhos com as Situações de Aprendizagem -SAs da série/ano em questão para posteriormente iniciar com a inserção das atividades das SAs dos Cadernos anteriores, visto possuírem a mesma modalidade organizativa de uma Sequência Didática (Zabala). Fazem isso porque acreditam que se forem fornecidas todas as informações anteriores estarão "queimando" etapas que os alunos deveriam construir, portanto não haveria desequilibração (Piaget). 
Quanto ao mapeamento do percurso o resgate dos conteúdos/habilidades/competências é realizado utilizando atividades contidas na zona de desenvolvimento proximal (Vigotsky) nesse sentido o papel do professor seria de mediador entre o que os alunos já sabem com o que precisam saber estimulando a aprendizagem colaborativa.

Abaixo postamos esse valioso material socializado pela PCNP MUTSU KO KOBASHIGAWA.


Análise realizada pela equipe de PCNPs da DER SVI
Luciane R. Américo Gomes (grupo 3)
Mutsu-Ko Kobashigawa (grupo 4) e
Ronaldo Paim Pimenta (grupo 5).

Plano de Aula- Estudo horizontal do 9º Ano, volume 1

Justificativa: Optamos por estudar horizontalmente o volume 1 do 9º Ano de modo a mapear os conteúdos, as habilidades e competências deste volume. Consideramos que se nosso aluno se encontra no 9º Ano devemos partir deste Caderno e ir mapeando o percurso que falta para que o aluno consiga superar defasagens, sem no entanto deixar de prosseguir, caso contrário nosso aluno não conseguirá sair do abaixo do básico.

Em linhas gerais....
Iniciamos o trabalho fazendo a leitura geral do Caderno do Aluno, 9º Ano, volume 1 com a finalidade de encontrarmos o “FOCO” do conteúdo trabalhado. Em linhas gerais o caderno aborda a sistematização e o reconhecimento dos números em suas diversas representações compondo desta forma um grande conjunto Numérico dos Reais.

Percebemos que a Situação de Aprendizagem 1- SA1: faz o levantamento dos conhecimentos prévios através da atividade Você Aprendeu! Para isso é necessário o resgate de conceitos estudados no 8º ano vol.1 ao ampliar o conceito de frações tendo como fundamentos os princípios da equivalência apresentados na SA2 com o reconhecimento, por meio da divisão entre numerador e denominador de uma fração irredutível, gerando assim dizimas periódicas e não periódicas. Este estudo pode ser verificado nas páginas 12 a 16 onde concluímos com estudo da fração geratriz da dizima periódica analisando representações fracionarias e decimais. Verificamos, portanto a presença das habilidades Hab.1 e Hab.2 do Grupo de Competências1.
Este resgate pontual permitirá a realização das atividades 2,3 e 4 e da Lição de Casa 1 (Habilidade 3). O texto da página 20 “Frações Contínuas sistematiza e amplia este conceito quando demonstra que esta leitura também é válida para um número irracional. As atividades Você Aprendeu? das páginas 20 a 23 reforçam esta análise de um número racional ao demonstrar que uma fração pode ser escrita como uma divisão entre o numerador e o denominador, identificando por meio da observação da conta armada os restos (conforme estudado na SA2 página 13 e 14 do 8º ano, vol 1). Também é feito por meio do exemplo anterior a demonstração de uma fração na forma de fração contínua. Neste ponto identificamos a presença da Habilidade 15 - Grupo de competências 3.
Da mesma forma a demonstração presente na página 24 amplia esta análise para os números irracionais.
A Situação de Aprendizagem 2 - SA2 tem como foco a demonstração da escrita de um número racional na forma decimal, dizimas periódicas ou não periódicas, frações contínuas assim como a identificação da fração geratriz. Portanto servirá como levantamento de conhecimentos prévios para as demais SAs.
A SA3 retoma a leitura dos conjuntos estudados na SA2 como parte de um conjunto maior, mas o foco estará na demonstração da localização dos números Racionais e Irracionais na reta numérica. Para isso fará uso do compasso e régua nas demonstrações. Caso seja diagnosticada alguma dificuldade em entender esta atividade sugerimos a aplicação da atividade “Minha altura” presente no caderno de Aceleração que estimula a observação de que ¼ é metade de ½. As atividades continuam demonstrando que qualquer número racional pode ser escrito numa reta numérica. Ao final na página 35 também demonstra que esta leitura pode ser estendida aos irracionais.
Concluindo, o foco da SA3 é a demonstração na reta numérica dos números racionais e irracionais por meio da construção geométrica.
A SA4 ainda com o olhar de que um número pode ser representado de várias formas diferentes, destaca a notação cientifica. Para tanto retoma alguns conceitos estudados no 7º ano vol.1 - SA2 atividades 3 e 4 e Hab. 9 e Hab.10 do grupo de competência GII. A atividade 2 propõe a observação para encontrar generalizações, a Lição de Casa problematiza utilizando escritas numéricas diferentes. A atividade Você Aprendeu? propõe a resolução de operações utilizando a notação cientifica resgatando conceitos de regras de potenciação que podem ser retomadas utilizando as atividades do Caderno de Recuperação, + Matemática vol. 2 que constrói o conceito de potenciação assim como suas regras e complementando com atividades do Caderno do aluno da 7ª série vol. 1 SA3.
As atividades das paginas 47 e 48 validam os conceitos estudados nesta SA.

Por fim incluiríamos os planos das colegas Cássia, grupo 1 e Raquila grupo 6 para o resgate mais detalhado dos números racionais tomando cuidado com a escala.


Destacando apenas a Situação de Aprendizagem 2: Números Reais e Frações Contínuas

Conteúdo: Números Reais e Frações Contínuas
Publico alvo: alunos do 9º ano
Objetivo: Observar as regularidades e fazer generalizações ampliando os conhecimentos sobre as diferentes representações de um número racional e irracional e resolver situações problema que envolvam operações.

Habilidades/Competências:
- H1/GI: reconhecer diferentes representações de um número racional.
-H2/GII: identificar a fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
-H3/GIII: reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de ordem como décimos, centésimos e milésimos.

Estratégia:
-aula expositiva, com retomadas de habilidades e conteúdos sobre os números racionais já estudados em anos anteriores por meio de atividades, jogos e leituras que permitam aos alunos a retomada de conceitos necessários ao prosseguimento do conteúdo
Avaliação:  Acompanhamento e verificação da evolução de cada aluno na compreensão das diferentes representações dos números racionais desenvolvida durante todo o processo.  Evidenciando a avaliação dos conteúdos  conceituais, procedimental e atitudinal.
Como questão norteadora do processo de formação o professor deverá em todas as atividades questionar-se: Quais as possíveis dificuldades diagnosticadas no percurso destas atividades ? e Quais as intervenções necessárias que permitam aos alunos retomar os conceitos necessários para o avanço e resolução das atividades propostas?
Desta forma o professor conhecendo sua classe poderá propor atividades que favoreçam a construção de habilidades e competências previstas.

Mapa de Percurso.


Observação: O foco é na aprendizagem do 9º ano Números Racionais baseados nas habilidades da matriz de referência do SARESP, onde dependendo do diagnostico do professor ele segue o percurso retomando as atividades diretas das habilidades H10, H15 e H16  ou deve retomar as habilidades H1 ou H2 ou H3 para chegar ao foco. Sugerimos retomar conceitos inicialmente com as atividades contidas nos Cadernos dos Alunos devido ser a mesma modalidade organizativa de uma Sequência DidáticaAcreditamos que se forem fornecidas todas as informações anteriores estaremos "queimando" etapas que os alunos deveriam construir, portanto não haveria desequilibração (Piaget). Quanto ao mapeamento do percurso resgataríamos conteúdos/habilidades/competências utilizando atividades contidas na zona de desenvolvimento proximal (Vigotsky) nesse sentido nosso papel seria de mediador entre o que os alunos já sabem com o que precisam saber estimulando a aprendizagem colaborativa. Sugerimos que o professor selecione a atividade mais imediata e pontual contida na SA para superar a defasagem do momento e retornar ao ponto de partida (9º Ano) pois, como há sempre retomadas (ensino em espiral) o conteúdo/habilidade não se esgotará numa única atividade/tema.

quinta-feira, 13 de junho de 2013


USP lança curso on-line de física e de estatística
www1.folha.uol.com.br
A USP lança amanhã seus primeiros cursos abertos e gratuitos na internet, na onda do que já tem sido feito nos EUA nos chamados Moocs (sigla em inglês para curso massivo on-line e aberto).

quinta-feira, 6 de junho de 2013

História da Biblioteca


A palavra biblioteca, em grego, significa “caixa para guardar livros”. Sua história remonta à Antiguidade, mais precisamente ao século IV a.C., na cidade de Alexandria, no Egito, quando foi construída uma grande biblioteca considerada, inclusive, como a maior da Antiguidade.
Ela reunia 60 mil volumes, manuscritos em folhas de papiro ou pergaminhos (peles de carneiro, preparadas especialmente para servir como material de escrita), com textos em grego e em outras línguas. Muito tempo se passou, até que em 640 d.C. esse valioso arquivo foi destruído com a conquista da Alexandria pelos árabes.
Se por um lado a Biblioteca de Alexandria era considerada a maior da Antiguidade, a Biblioteca de Assurbanipal, localizada na capital da Assíria, Nínive (região da Mesopotâmia), foi formada no século VII d.C.. Assurbanipal era rei da Assíria e dele partiu o projeto de formar uma biblioteca, que primeiramente teve relatórios, documentos e obras literárias dispostas em tábuas de barro, mais tarde substituídas pelo papel.
A reprodução de livros, que deu origem à ideia de produção editorial, surgiu com a construção de numerosas bibliotecas públicas pelos romanos, que copiavam as obras para maior divulgação. 
Na Idade Média...
 Durante a Idade Média, a Europa Ocidental esteve sob o domínio cultural da Igreja Católica. Por essa razão, as bibliotecas ficaram restritas aos mosteiros.
A partir do século XIII, porém, começaram a surgir as universidades, que passaram a formar seus próprios acervos manuscritos.
No Renascimento...
O Renascimento foi um grande movimento cultural, que se manifestou no final da Idade Média e alcançou seu auge no início da Idade Moderna.
No período renascentista, além das bibliotecas particulares e a das universidades, surgiram grandes acervos, organizados pelos governantes da época, tal como a célebre Biblioteca Vaticana, em Roma, ou a Marciana, em Veneza.
Dos manuscritos ao livro impresso...
 Quando falamos em manuscritos, estamos nos referindo à escrita à mão: um processo lento e trabalhoso na elaboração e reprodução de originais. Para contornar esse problema, os chineses inventaram a xilografia, uma técnica que utilizava pranchas de madeira, nas quais os sinais gráficos eram esculpidos em relevo e aplicados sobre o papel como se fossem um carimbo.
Em 1455 esse processo foi aperfeiçoado pelo alemão Johann Gutemberg, conhecido como “Pai da Imprensa”.
Ele criou tipos móveis, feitos de metal, os quais podiam ser organizados para imprimir textos diferentes. A partir daí, a imprensa alcançou o seu grande desenvolvimento até chegar a informática, que facilitou o acesso aos conhecimentos.

Hidrogênio: O combustível do futuro




O hidrogênio (H2) é o combustível que fornece mais energia por grama. A combustão de 1g de H2 libera 142 kJ, enquanto a combustão de 1g de gasolina produz 48 kJ. O hidrogênio é abundante na Terra, na forma de compostos, e queima sem poluir o ar ou contribuir significativamente para o efeito estufa, pois a água é o único produto de sua combustão. No entanto, há dois grandes obstáculos para o uso de H2 como substituto do petróleo. O primeiro é a necessidade de se obter H2 por um processo barato e que não use combustível fóssil. A eletrólise da água é um bom processo, mas é caro. Uma rota promissora é usar células solares para produzir energia elétrica para a eletrólise da água. Células fotoeletroquímicas são células eletrolíticas que usam a energia da luz para efetuar a reação. O segundo obstáculo para o uso do H2 como combustível é o armazenamento do gás, que requer recipientes grandes demais.
O programa espacial mostrou que o hidrogênio pode ser armazenado como líquido (temperatura de ebulição: –253°C), apesar das temperaturas muito baixas e das pressões muito altas necessárias. O problema é que essa forma de armazenamento não é conveniente para uso doméstico ou em automóveis. A solução pode ser gerar hidrogênio à medida que ele se torne necessário como combustível. Uma maneira seria reter o H2 combinado com um metal na forma de hidreto metálico. Este libera o H2 quando aquecido ou na reação com água.
MgH2(s) + H2O (l) → Mg (OH)2 (s) + H2 (g)
Automóveis, ônibus e caminhões com células a combustível são veículos elétricos movidos por um dispositivo que funciona como uma bateria recarregável. Uma célula a combustível não armazena energia, ela emprega um processo eletroquímico para gerar eletricidade e funciona enquanto for alimentada com combustível hidrogênio e comburente oxigênio. Uma das preocupações é conseguir colocar hidrogênio suficiente a bordo para assegurar a autonomia de rodagem que os consumidores exigem.
Bom dia, pessoal!
Sugiro alguns filmes da área de matemática!!!

http://listasde10.blogspot.com.br/2011/07/10-filmes-sobre-matematicos.html